logo.png
CFM

CHAPA 2

CASSIANO UCKER  e  MÁRIO AFONSO MALUF

CRM 10.859 Suplente

CRM 10.819 Efetivo

médicos cuidando de médicas e médicos
ORDEM DOS MÉDICOS DO BRASIL
 
VENCENDO PARADIGMAS

Um "pecado" original decorrente da Lei 7.955 de 1945 que deu origem a criação do Conselho Federal de Medicina, pelo então presidente Getúlio Vargas, e regulamentada pela Lei 3.268 de 1957 pelo médico e presidente JK, permitiu a criação de mais uma nova organização, ao invés de agregar suas funções junto à Associação Médica Brasileira, já tendo sido ela criada em 1951. Fato é que numa concepção moderna de gestão das organizações é praticamente inadmissível hoje esta cisão. As funções agrupadas em uma única organização médica normalmente ocorrem na totalidade dos países de primeiro mundo. Esta separação legal causa grande "padecimento" para a toda a classe médica brasileira, e diretamente para toda a  nossa população. Reiteramos que a lei federal que hoje nós rege é pequena para a medicina brasileira e quase sempre destrutiva para os nossos justos e fundamentais anseios. Até no momento tem gerado custos maiores em todos os sentidos e resultados menores. Isto enfraquece fortemente nossa organização de classe, nossa representatividade e nossa relação com a sociedade brasileira. Para o entendimento junto à população fica várias organizações e funções também muito confuso, até para pessoas mais letradas. Com uma classe médica enfraquecida ela repercute diretamente para toda a saúde de nossa população. É um ciclo vicioso negativo que se retroalimenta. Quase o total, 98% de nós temos pelo menos um vínculo com um ente público. No Brasil o serviço público é o "grande patrão" da empregabilidade da classe médica brasileira. Nosso fortalecimento têm que ser entendido como algo de estrema importância para o desenvolvimento da saúde pública e privada do nosso país. Problemas que poderiam serem evitados, resolvidos e otimizados, perpetuam sem soluções e se avolumam. Por isto lutamos para construir esta nova organização. Não existe nada pronto, vamos discutir, tenho minhas idéias, há modelos nacionais como algumas referências. Vamos todos nós dar as suas idéias do que querem para ela, e num consenso implementá-lo. Nossa realidade vai de ruim para pior, basta vejamos a nossa volta. 

 

TEMOS QUER QUEBRAR PARADIGMAIS E AVANÇAR. SE VOCÊ NÃO ESTÁ SATISFEITO COM QUE ESTÁ AI VEM PARTICIPAR CONOSCO DESTA MUDANÇA.

 

DEVEMOS SER UMA SÓ FAMÍLIA. CLASSE MÉDICA FORTE, SAÚDE FORTE.

CUIDANDO TAMBÉM DA CLASSE MÉDICA DO INTERIOR - MANDATO DE SEGURANÇA
 

 

Na última eleição para a escolha do Conselho Regional de Medicina sob a égide da normativa emanada pelo CFM determinou o prazo para a validação dos votos até aqueles que chegassem  no Correios Central de Florianópolis até o dia 08/08/2018, normativa semelhante também para esta eleição com o prazo até o dia 28/08/2019.  Naquele momento insistimos para que ele pudesse ser estendido além do dia 08-08-2018, já que a poucos dias para o cumprimento do término das eleições apenas 5.323 votos (30,42%) chegaram ao Correio, de um total aproximado de mais de 17 mil colegas na condição de ser eleitor. A solicitação foi feita junto ao CREMESC, e ao CFM, seu normatizador, que com a negativa impetramos em seguida em 03/08/2018 um MANDATO DE SEGURANÇA de Nº 5013469-80.2018.4.04.7200 , e posteriormente um AGRAVO DE INSTRUMENTO, pela negativa inicial do juízo, através da LIMINAR de Nº 5030204-60.2018.4.04.0000 no TRF4 no dia 08/08/2018 pelo Dr . Alceu José Nunes Junior - OAB/SC 23.053, que infelizmente não logrou exito. 

Sabíamos que o tempo para o envio do Kit Eleitoral e o recebimento do seu voto poderia ficar inviável principalmente para colegas que se encontram distante da Capital. Segundo os Correios o tempo de ida e vinda tem um tempo médio de 10 dias, sem contar o tempo individual de cada colega para decidir e postar. Fato este corroborado com diversas noticias e fatos, por nós documentados no processo, que havia colegas que não receberam o Kit Eleitoral em tempo hábil para a votação, quando muito em cima da hora. Fato também que hoje gera multa junto ao Conselho por não ter chego o voto na data estipulada, injusto. O contrato com os Correios não foi específico para aquela votação, foi regido pelo contrato convencional com o Conselho, sem velocidade, segurança de envio e recebimento. Sendo assim, médicos e médicas não puderam expressar o seu voto, principalmente naqueles municípios mais distantes. Os Kits Eleitorais foram remetidos em 06/07, 11/07 e finalmente em 23/07. Não há dúvidas que o fato alterasse o resultado das eleições, independentemente dos fatos citados. Muitos terão que pagar multa, ou já pagaram por "não terem votado". Um fato inusitado vivenciado pelo nosso próprio colega de chapa Dr. André Luíz Santos, da cidade de Tubarão, onde não teve também o seu voto computado pelo mesmo motivo, tendo que arcar com a multa, que reiteramos ser injusta para todos.

O método atual de votação é perverso, ultrapassado e carece de melhor organização e forma.

LUTAMOS PELO VOTO FACULTATIVO E ELETRÔNICO

© 2019 por Mário Afonso Maluf. 

© 2019 por Mário Afonso Maluf. 

Me siga nas redes sociais